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Embajador Brasileño Piden Fin de Tortura En La Embajada Brasileña en Honduras

Embajador Brasil ante OEA exige fin de la "tortura" en la Embajada de Brasil

 

Washington, 21 oct (EFE).- El embajador de Brasil ante la OEA, Ruy de Lima Casaes e Silva, exigió hoy el fin de la "tortura" a la que están sometidos los funcionarios y el personal que se encuentra en la embajada de Brasil en Tegucigalpa, en la que se aloja el depuesto presidente Manuel Zelaya desde el pasado mes de septiembre.

 

Se trata de un ataque "inhumano", dijo el representante de Brasil ante la Organización de Estados Americanos (OEA), que relató ante el Consejo de la organización hemisférica cómo se han "intensificado progresivamente las técnicas de tortura" contra los que se encuentran en la embajada.


El embajador señaló las "pesadas restricciones" a los derechos humanos impuestas a las personas que se encuentran sitiadas en la legación.

La embajada, a donde la comida llega contada y registrada, está cercada por fuerzas policiales y militares desde que Zelaya ingresó en ella, el pasado 21 de septiembre.

Las casas vecinas a la sede diplomática fueron evacuadas para "facilitar las medidas de restricción", entre ellas cortes de agua y luz.

Además, del lanzamiento de gas lacrimógeno, ondas sonoras y otro gases de efecto no identificado de los primeros días, se han sumado, según contó, "torturas psíquicas" a través de potentes lámparas de luz que apuntan a las ventanas durante la noche y los intensos ruidos que impiden dormir y descansar a los funcionarios que están dentro.
Explicó que uno de los focos apunta directamente a la ventana de la habitación donde se encuentra Zelaya, que aunque está cubierta con revistas, papel aluminio y sacos de tela negra "la intensidad de la luz es inaguantable".

Otro foco apunta al garaje donde se encuentra el personal de la embajada, a lo que se unen las bocinas que tocan toda la noche y otros ruidos provocados por los policías imitando sonidos de animales para evitar que puedan dormir.
Además, señaló que 24 horas al día hay guardias armados, subidos en dos plataformas instaladas enfrente de la embajada, viendo claramente el interior del edificio y que controlan todos los movimientos con prismáticos.

En cuanto a la comida, manifestó que el suministro es "limitado", viene preparada desde el exterior, es revisada y olida por perros, aunque no siempre se entrega inmediatamente, incluso a veces se queda al sol durante horas lo que en una ocasión provocó una crisis de diarrea generalizada.

Lima Casaes "deploró" las acciones del Gobierno de facto y exigió "el fin de la situación de tortura a la que están sometidos los ciudadanos brasileños y hondureños" en el interior de la embajada,

Asimismo recordó que el artículo 2 de la Convención Interamericana contra Prevención y Castigo de la Tortura recoge que anular la personalidad de la víctima o disminuir su capacidad física o mental aunque no causen un dolor físico o angustia psíquica "también son tortura".

Los embajadores y representantes de los 33 países que actualmente son miembros de la OEA mostraron su apoyo a Brasil y en sus intervenciones individuales pidieron que acabe el sitio a la embajada.


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“Instrúyanse, porque necesitaremos toda nuestra inteligencia.
Conmuévanse, porque necesitaremos todo nuestro entusiasmo.
Organícense, porque necesitaremos de toda nuestra fuerza” Antonio Gramsci

Michael Moore Bromeando Rompe La Propaganda Antichavista y Anti Transformación Social

Es un bulo que hace Moore, como buen muchacho yanqui, necesario para romper toda la propaganda de odio y violencia sectaria de los neofascistas del mundo:

 

 

 

 

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Reforma ou Revoluçâo

O editorialista do blog no comparte algunos pontos da vista do seguinte texto marxista ortodoxo:

 

Debate do Século XXI :Reforma ou Revolução?

 

 

 

Reforma ou Revolução?

Vivemos tempos de profundas mudanças, aceleradas pelos acontecimentos históricos contemporâneos. No decurso de duas décadas - 1989/2009 - ocorreram acontecimentos de envergadura mundial que transformaram a realidade e operaram mudanças de fundo na nossa percepção dos fenômenos políticos e sociais, sejam os de âmbito nacional ou os de proteção internacional.

Sabemos que no início destes últimos vinte anos, as derrotas do socialismo na União Soviética e nos outros países europeus, operando uma alteração muito desfavorável na correlação de forças, abriram o caminho a uma ofensiva imperialista global. Na defensiva, o movimento operário internacional sofreu derrotas importantes, derrotas que acarretaram as mutações verificadas nos partidos operários e comunistas, afastando numerosos deles do marxismo-leninismo e provocando, nalguns deles, processos de auto-extinção ou a sua transformação em partidos neo-social-democratas.

A debilitação de forças e a passagem, ao longo das últimas três décadas, por uma fase prolongada de resistência à ofensiva imperialista global, operaram um recuo de posições, de objetivo e de palavras de ordem por parte dos partidos comunistas, um recuo político que originou também, em maior ou menor grau, recuos ideológicos significativos. O recente Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Operários, realizado nos finais de Novembro de 2008, pouco depois do deflagrar da crise, pelas discussões travadas e, sobretudo, pelo conteúdo das resoluções aí aprovadas deixou a claro as dificuldades de uma rápida e decidida viragem política e ideológica por parte destas forças, ainda procurando assimilar - com atrasos e hesitações - o significado da profunda mudança em curso.As medidas tomadas pelos centros de decisão do capital, inicialmente marcadas pela fragilização de posições e pela desorientação, não tiveram as respostas à altura dos acontecimentos e da viragem que estes anunciavam. Exemplo disto foram as contraditórias e débeis respostas dos comunistas à cavalgada de espoliação dos recursos financeiros dos Estados, destinados autoritariamente à "salvação" dos bancos e de outros grandes organismos financeiros especulativos, transferindo, direta e maciçamente, à riqueza arrecadada pelos impostos sobre os contribuintes para as mãos do grande capital.

Subsistem ainda divisões de opinião acentuadas, quanto às várias visões sobre as realidades presentes e quanto aos rumos para o combate imediato. Em vários partidos comunistas são notórias as manifestações do oportunismo (reformista, economicista, "nacionalista", revisionista). A par de um revigoramento do interesse pelo estudo e atualidade do marxismo-leninismo, observam-se manifestações múltiplas de "teorizações" e "interpretações marxianas", visando a degenerescência da teoria do proletariado e a ecletização dos princípios, pelo mascaramento/dissolução dos seus eixos principais (teoria da luta de classes, papel de vanguarda da classe operária, teoria do Estado e da Revolução, missão histórica do partido comunista, seu funcionamento e objetivos orgânicos , sua linha de massas).

Por outro lado, confirmando o processo dialético do materialismo histórico, ocorrem acontecimentos que agudizam as contradições insanáveis do capitalismo: as guerras de agressão e ocupação militar de vários países pelo aparelho militar do imperialismo EUA/NATO; as lutas nacionais de resistência e pela independência nacional dos povos, contra essas ocupações militares e contra a dominação econômico-diplomática imperialista; os processos de emancipação social e revolucionária em desenvolvimento, em vários países sul-americanos; a emergência de novas potências econômicas capitalistas, em competição direta com os antigos pólos dominantes do centro capitalista (EUA, UE, Japão), agravando as contradições e dificuldades inter-imperialistas; e, finalmente, o despoletar da crise sistêmica global do sistema capitalista mundial, com repercussões econômico-financeiras, sociais, políticas, culturais e ideológicas de dimensões inimagináveis há um escasso ano atrás e que criaram, em conjunto, um quadro de atuação inteiramente novo e mais favorável às forças operárias e comunistas, fazendo renascer o ideal do socialismo, não já como um objetivo utópico e distante, mas sim como a meta real para a luta do proletariado e dos povos na nossa época.

Este ano de 2009, tem sido particularmente rico de acontecimentos políticos e sociais de grande dimensão - perda pelos EUA do seu anterior poderio econômico, reuniões de vários G's tentando a reconstrução (duvidosa) de um novo paradigma inter-imperialista, recessão e afundamento das economias reais, regresso da especulação financeira mascarada de "fim da crise", aumento brusco do desemprego, crescimento da pobreza e da degradação social e ambiental, golpe de estado nas Honduras, intensificação dos esforços militares de domínio imperialista em antigos e novos cenários regionais - todos eles criando objetivamente novas e mais favoráveis condições para a luta política e para a luta ideológica.

Deste modo, não obstante um quadro anterior de dificuldades para o campo das forças operárias, vivemos nos dias presentes uma nova fase, que exige a retomada urgente da iniciativa histórica pelas forças revolucionárias, portadoras do projeto do socialismo. Perante a agudização da luta de classes nos planos mundial e nacionais, a luta das idéias entre o trabalho e o capital cresce de intensidade, ao mesmo tempo que se radicalizam os embates teóricos com várias concepções ideológicas que, afirmando-se marxistas, recusam o marxismo. Aos comunistas cabe - de novo, mais uma vez, sempre - intensificarem a luta ideológica, com a defesa firme e convicta do rumo socialista para a Humanidade.

Desde o seu nascimento que as teorias revolucionárias e transformadoras dos criadores do Manifesto Comunista vêm sendo encarniçadamente combatidas pelos representantes do capital. Nesta luta sem tréguas, encontramos no pensamento e nas obras de Lenine uma inesgotável fonte de ensinamentos e apoio para este combate, um combate que nos é continuamente imposto pelos seus detratores. Sempre espantosamente atuais, os escritos de Lenine contêm a marca indelével das suas idéias revolucionárias, idéias cuja atualidade a realidade da luta de classes nos confirma todos os dias. Ouçamos - lendo-o - o que ele próprio nos diz acerca da luta ideológica contra as teses revisionistas:

"O revisionismo saiu ainda pior em relação à teoria das crises e à teoria do colapso. Somente durante um tempo muito curto, e unicamente os muito míopes, podiam pensar em modificar os fundamentos da doutrina de Marx em função de alguns anos de auge e prosperidade industrial. Logo, a realidade se encarregou de demonstrar aos revisionistas que as crises não haviam fenecido: após a prosperidade sucediam-se as crises. Modificaram-se, as formas, o encadeamento, o quadro das diversas crises, entretanto estas continuavam sendo parte integrante, inevitável, do regime capitalista. Os cartéis e os trustes, unificando a produção, reforçaram ao mesmo tempo, à vista de todos, a anarquia da produção, a insegurança econômica do proletariado e a opressão do capital, aprofundando deste modo, em um grau nunca visto, as contradições de classe. Que o capitalismo marcha para o colapso – tanto no sentido das crises políticas e econômicas isoladas, como no sentido da completa demolição de todo o regime capitalista – demonstram, de modo bem palpável e em proporções particularmente extensas, os modernos e gigantescos trustes. A recente crise financeira na América do Norte, o espantoso desemprego em toda a Europa, sem falar da próxima crise industrial, cujos sintomas não são poucos, tudo isto fez com que as recentes "teorias" dos revisionistas tenham sido esquecidas por todos, inclusive, ao que parece, por muitos dos próprios revisionistas. O que não se pode esquecer são os ensinamentos que esta instabilidade dos intelectuais deu à classe trabalhadora.

"No campo da política, o revisionismo tentou rever o que constitui realmente a base do marxismo, ou seja, a teoria da luta de classes. A liberdade política, a democracia, o sufrágio universal destroem a base da luta de classes – nos diziam os revisionistas – e negavam a velha tese do Manifesto Comunista de que os trabalhadores não têm pátria. Na medida em que na democracia impera a "vontade da maioria", não devemos ver no Estado, segundo eles, o organismo da dominação de classe, nem negarmo-nos a fazer alianças com a burguesia progressista, social-reformista, contra os reacionários.É indiscutível que estas objeções dos revisionistas se reduziam a um sistema bastante harmônico de concepções, a saber: as bem conhecidas concepções liberais burguesas. Os liberais sempre disseram que o parlamentarismo burguês suprime as classes e as diferenças de classe, já que todos os cidadãos, sem exceção, têm direito ao voto e a intervir nos assuntos do Estado. Toda a história da Europa durante a segunda metade do século XIX, e toda a história da revolução russa, no início do século XX, demonstram, cabalmente, quão absurdos são tais conceitos. Com as liberdades do capitalismo "democrático", as diferenças econômicas, longe de se atenuarem, se acentuam e se aprofundam. O parlamentarismo não elimina, ao contrário, deixa evidente que, na essência, as repúblicas burguesas democráticas são órgãos de opressão de classe. Ajudando a informar e a educar e a organizar massas da população incomparavelmente mais extensas que as que antes participavam de modo ativo dos acontecimentos políticos, o parlamentarismo prepara, desta forma, não a eliminação das crises e das revoluções políticas, mas a intensificação da guerra civil durante estas revoluções."

 

"O complemento natural das tendências econômicas e políticas do revisionismo era a sua atitude frente à meta final do movimento socialista. "O objetivo final não é nada; o movimento é tudo"; esta frase proverbial de Bernstein expressa a essência do revisionismo melhor que muitas extensas dissertações. Determinar o comportamento de um caso para outro, adaptar-se aos acontecimentos do dia, às mudanças dos detalhes políticos, esquecer os interesses fundamentais do proletariado e os traços fundamentais de todo regime capitalista, de toda a evolução do capitalismo, sacrificar estes interesses fundamentais no altar das vantagens reais ou supostas do momento: essa é a política revisionista. Da essência desta política se deduz, com toda a evidência, que a mesma pode adotar formas infinitamente diversas e que cada problema um pouco "novo", cada mudança um pouco inesperada e imprevista dos acontecimentos – mesmo que esta mudança só altere a linha fundamental do desenvolvimento em proporções mínimas e por curto prazo –, provocará sempre, inevitavelmente, esta ou outra variedade de revisionismo. O caráter inevitável do revisionismo está condicionado por suas raízes de classe na sociedade atual. O revisionismo é um fenômeno internacional."

("Marxismo e Revisionismo", V. I. Lenine, 16 de Abril de 1908)

Se não fossem as referências espaciais e temporais - e a nomeação de um dos protagonistas do revisionismo da sua época - estes três períodos transcritos poderiam facilmente passar por textos escritos na atualidade e com propósitos e alvos inteiramente adequados aos nossos dias. O revisionismo é um fenômeno internacional, afirmava Lenine com inteira razão, e um fenômeno da sua e da nossa época, podemos nós acrescentar. A exigir-nos uma vigilância e um combate permanentes.

A época da transição do capitalismo ao socialismo teve início com a Revolução de Outubro, em 1917. Num processo acidentado, marcado inevitavelmente pelas contradições do processo dialético, próprio do materialismo histórico, vivemos hoje de novo tempos de mudança. Friedrich Engels, disse um dia: “A sociedade burguesa encontra-se diante de um dilema: ou avanço para o socialismo ou recaída na barbárie.”

Neste início do século XXI, à classe operária, aos assalariados, apresenta-se de novo aquela encruzilhada no caminho dos povos: socialismo ou barbárie. Ou seja, ou avançamos na luta rumo à construção da nova sociedade socialista, ou viveremos - atolados no pântano das teses revisionistas da conciliação de classes - um novo período da barbárie imperialista.

As experiências históricas também nos ensinam que a revolução não é um momento, mas um processo, mais ou menos prolongado, cujos caminhos e traços distintivos são o resultado de um feixe complexo e contraditório de fatores, objetivos e subjetivos, que marcam diferenciadamente cada um dos processos revolucionários e que exigem às forças da revolução estudo atento da realidade e sólida condução política, firmemente ancoradas nos princípios teóricos marxistas-leninistas que constituem um guia para a ação.

Não se alcança o socialismo sem luta. O capitalismo não se transmutará, gradual e pacificamente, no socialismo. Sob o domínio do capital, a "democracia" é um logro. Todos os combates, todas as lutas, todas as manobras tácticas, todas as alianças conjunturais, todos os passos dados devem aproximar-nos do objetivo último e não ocultá-lo ou dificultar-nos a sua conquista. Sem primeiro derrotarmos e destruirmos os aparelhos de dominação da burguesia não estarão garantidas as condições para a construção do poder dos trabalhadores. Com o grande capital explorador e imperialista não existem acordos políticos favoráveis aos explorados e aos povos. A luta do proletariado em cada país é simultaneamente patriótica e internacionalista.

Sempre com o nosso insubstituível critério de classe, definindo com clareza as prioridades, organizando primeiramente a classe de vanguarda, esclarecendo e aprendendo, unindo e mobilizando, ergamos então perante todos os trabalhadores a bandeira da revolução socialista.

Coerentes com os ideais humanistas e libertadores que guiam a luta dos comunistas - luta para o nosso tempo, luta rumo ao socialismo - afirmemos com confiança: "Sim, é possível!"

Las Guerras Hacia Ningún Lado

Los héroes inútiles y las guerras hacia ningún lado

 


Es hora que el pueblo de EEUU despierte, que el presidente Obama, galardonado con el Premio Nobel de la Paz, ponga la “barba en remojo”, pero como no tiene barba, debe poner “otras cosas en remojo”

 

¿Cuantos soldados norteamericanos, británicos y de otros países murieron en las guerras contra Afganistán e Irak?  ¿Cuántos más tendrán que morir antes de terminar las guerras?

Se cuentan los muertos de los países invasores, pero nada se dice de los muertos en los países invadidos y la resistencia de afganos e iraquíes. Se silencian las miles de  muertes de mujeres y niños, las poblaciones devastadas por la destrucción y el saqueo de la OTAN del patrimonio de la humanidad, y de  los recursos de esos países.

Toda la destrucción y muerte se hace en nombre de la “libertad”, de la “democracia”, de liberar a esos países de la dictadura, cuando les conviene. La OTAN es  aliada de  EE.UU., como lo fue Sadam Hussein utilizado en la guerra contra Irán.

El Primer Ministro Británico, Gordon Brown, ha rendido honores póstumos a los 221 soldados muertos en la guerra contra Afganistán y se compromete a enviar más soldados. Estados Unidos rinde homenaje a sus soldados caídos en las guerras que sostiene en diversas partes del mundo. Las viudas y familiares de los soldados muertos recibirán una medalla, una pensión y el olvido de sus vidas que engrosarán las páginas de los  héroes inútiles de las guerras hacia ningún lado. Guerras que sólo sirven para vender armas y potenciar el complejo industrial militar y los intereses hegemónicos del imperio.

Los costos en vidas y la destrucción de otros pueblos no cuentan en la agenda del “debe y haber” del Pentágono, la CIA y el Departamento de Estado, ni en los países de la OTAN, involucrados en el conflicto armado. La complicidad de los monopolios informativos es pavorosa e hipócrita.

En la mitología griega, Sísifo,  dios del Olimpo fue castigado por el Dios Supremo, Zeus, y tiene que cargar en sus hombros por toda la eternidad una gran piedra que debe colocar en la cima de la montaña. Una y otra vez  Sísifo hace el gran esfuerzo que nunca logra concretar de llegar a la cumbre, y la piedra cae y así en permanente devenir por toda la eternidad  vuelve a buscar la  piedra al pie de la montaña.

Albert Camus ha retomado el mito de Sísifo a quien llama “el héroe inútil”, en la incesante derrota de si mismo en su camino existencial. Es la situación del hombre moderno, de los gobernantes y del sistema dominante, que vuelven una y otra vez a repetir las mismas derrotas de la conciencia y los actos inútiles, como si fueran grandes logros de la imbecilidad humana.

En nombre de la libertad se impone el sometimiento contra otros pueblos, como ocurre en la franja de Gaza contra el pueblo palestino, testigo de los crímenes de guerra de Israel, condenados por  Naciones Unidas. Y también en Colombia, con la intervención de los grupos paramilitares,  EE.UU e Israel, se  cometen crímenes contra el pueblo. Las guerrillas y el narcotráfico generan la incertidumbre, la muerte y suman  héroes inútiles, a la inutilidad de la violencia social y estructural.

En nombre de la democracia, EE.UU invade, tortura  y realiza vuelos clandestinos en diversos países con secuestros y asesinatos contra quienes considera “terroristas”. Justifica el horror y los llamados “daños colaterales”: la muerte de miles de niños, mujeres y población civil.

Nada de esto figura en los medios de comunicación y los noticieros de la BBC y de la CNN,  ni en las estadísticas. Los muertos son considerados “no personas”. De eso “no se habla”.

Las muertes de los soldados de EE.UU, Gran Bretaña y los aliados de la OTAN,    nada tienen de gesta heroica, sino de rapiña, de destrucción y muerte. Los soldados no saben porqué van a la guerra,  simplemente van a matar o morir; les prometen la nacionalidad de  EE.UU y lo único que logran es la ciudadanía de la muerte en tierras extrañas. Los sobrevivientes y mutilados sólo tendrán  la mirada del horror y recordarán las muertes de otros jóvenes, como ellos,  héroes inútiles.

Vietnam vuelve a repetirse. Es hora que el pueblo de  EEUU despierte, que el presidente Obama, galardonado con el Premio Nobel de la Paz, ponga la “barba en remojo”, pero como no tiene barba, debe poner “otras cosas en remojo” y sacudirse el yugo a que está sometido Si llegó al gobierno, que gobierne. Es urgente terminar con las guerras, es necesario que actúe en bien de la humanidad, que pida el apoyo de su pueblo y el mundo, para evitar mayor destrucción y muerte. Es su obligación.

No puede continuar enviando soldados a matar y destruir a otros pueblos;  no es justo, es inmoral y atenta contra toda la humanidad. Que no termine siendo otro Sísifo que cargue la piedra del horror, la destrucción y la derrota de  EEUU que suma guerras perdidas porque no tiene ideales. Las tropas no tienen mística ni causa justa que defender. Y una y otra vez  cargará la piedra, cada vez más pesada  que no podrá colocar  en la cumbre de la montaña, porque la derrota está en la mente y el corazón de EEUU transformado en Sísifo en su incesante devenir de la angustia existencial.

Adolfo Pérez Esquivel

Premio Nobel de la Paz 1980.

http://alainet.org/active/33821




Crece el malestar militar con Obama




Por Silvia Pisani (x)

Mercosur Noticias - Pasan las semanas y la ansiedad crece en torno a una cuestión central en materia de defensa: ¿enviará o no el presidente Barack Obama a más soldados a la trinchera en Afganistán? La duda, con cierto resabio de presión para el flamante premio Nobel de la Paz, encierra también una crítica, mientras crecen las voces, especialmente entre los militares, que sostienen que el presidente está "demorando demasiado" su decisión. Y que critican su falta de determinación.


"Los terroristas afganos empiezan a ver cierta debilidad tras tanta dilación", dijo, días atrás, Thomas Tradewell, jefe de la asociación Veteranos de Guerras en el Exterior (VFW, por sus siglas en inglés), que representa a 1,5 millones de militares.

Foro: ¿Cuáles son las claves del gobierno de Barack Obama?

Fue una de las expresiones más duras del sector castrense que escuchó en estos días Obama. Pero no la única. En sus nueve meses de gestión, el mandatario ha tenido ya varios roces con el ejército, como consecuencia del giro de la actual Casa Blanca respecto de políticas anteriores. Uno de ellos tiene que ver con el ajuste de los presupuestos militares, generosos en la era de su predecesor, George W. Bush. Otro tiene que ver con el cambio de política que quiere adoptar Obama respecto de los gays en las fuerzas armadas.

El diario The New York Times citó en los últimos días a varios oficiales de alto rango que insistieron en que existe cierta preocupación por la lentitud del presidente para tomar decisiones. También se mostraron molestos por el hecho de que Obama ya esté revisando una estrategia militar que anunció en marzo y por la "excesiva" influencia de sus asesores políticos en la cuestión.

"La tormenta ha estallado [...]. La gente es consciente de que algo se está gestando", dijo Nathaniel C. Fick, un ex oficial de infantería que asesoró a Obama durante la campaña presidencial de 2008.

Desafíos

Actualmente, el presidente enfrenta desafíos en las dos guerras que libra Estados Unidos. Por un lado, decidir si envía o no más tropas a Afganistán. Por el otro, definir el curso de su anunciado retiro de tropas de Irak. Ayer mismo Obama ratificó su promesa de traer de vuelta todas las tropas de combate en ese país para fines de agosto. En su momento, la oposición republicana consideró esa opción "impracticable y peligrosa".

La idea de Obama es que un remanente de tropa permanezca en el país árabe hasta fines de 2011, pero no para combatir sino para realizar tareas de contrainsurgencia y de apoyo a la seguridad. "Es bueno ver que en Irak podemos empezar a hablar de otras cosas y no sólo de la guerra", dijo ayer Obama al recibir al premier iraquí Nouri al-Maliki.

El dirigente vino a Washington para participar en una conferencia destinada a impulsar los negocios internacionales e inversiones en Irak, donde una guerra de seis años ha devastado la infraestructura, las fábricas y el sector petrolero.

A todo esto, el anuncio sobre Afganistán se demora. "Estamos haciendo un análisis muy concienzudo de la situación para entrar en la etapa de las decisiones", dijo la secretaria de Estado, Hillary Clinton. De este modo, se hizo eco de las críticas que hablan de un mensaje de debilidad tras la dilación de una decisión que, días atrás, fuentes de la Casa Blanca daban como inminente.

El escenario parece haberse complicado, sin embargo, con la evidencia de que habrá que ir a nuevas elecciones en Afganistán. Y eso pone un enorme signo de interrogación sobre quién podría llegar a ser el socio de los Estados Unidos en Kabul.

Las aguas no parecen estar del todo claras. En estos días ha trascendido que no todo el frente militar coincide en la necesidad de enviar 40.000 soldados más, como pide el comandante de operaciones, Stanley McChrystal.

Y, por el contrario, hay quien asegura que dentro del consejo asesor de Obama hay quien piensa que sí es necesario un refuerzo de ese tipo. Pero poco más se sabe: si algo ha pedido el presidente es discreción absoluta sobre las reuniones de consulta que mantiene en su despacho.

Otro de los temores es que se vea presionado por el Premio Nobel de la Paz que acaban de entregarle.

Con un Premio Nobel atribuido "por sus esfuerzos a favor de la paz y la cooperación entre los pueblos", Obama puede "tropezar con más dificultades para anunciar un importante refuerzo de la guerra en Afganistán, declaró Marina Ottaway, del grupo Carnegie, de reflexión sobre la paz.

"Con amigos como el Comité del Premio Nobel, Obama no precisa enemigos", resumió Thomas Mann, experto en el Brookings Institution. Otro roce con las fuerzas armadas se planteó hace pocos días, cuando hubo cierto disgusto por la promesa presidencial de revisar restricciones existentes para el ingreso de homosexuales en el ejército. "Prometo cambiar eso", dijo el presidente, en relación con el "No digas, no preguntes", establecido por Bill Clinton.

La pauta condiciona el ingreso de homosexuales al compromiso de que no hagan pública su condición. Del otro lado, el compromiso es "no preguntar".

(x) Editada por el diario "La Nación" de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina.

Ataque ao MST beneficia a Destruiçâo Ambiental

"Ataque ao MST beneficia agronegócio"

 

 

 

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21 de outubro de 2009

 

O deputado Ivan Valente (PSOL/SP) subiu à tribuna da Câmara nesta quarta-feira (21/10) para contestar o discurso dos ruralistas, do DEM e dos tucanos logo após a leitura do requerimento que cria a chamada CPI do MST. Para Ivan Valente, a CPI visa fortalecer o agronegócio, combater a Reforma Agrária e criminalizar o legítimo direito de organização dos trabalhadores rurais Sem Terra.

 

Leia a íntegra do pronunciamento:

 

"Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, a leitura dessa CPI, nesse momento, mostra que o poder de um setor econômico da sociedade, o agronegócio, associado a um outro da mídia brasileira conservadora, fazendo lavagem cerebral, direcionando reportagens, leva à recriação da CPI, porque já houve uma CPI Mista do MST aqui, há menos de 4 anos, que não investigou coisa alguma. Isso é uma vergonha e mostra o conservadorismo, a hegemonia do agronegócio.

 

Sr. Presidente, o que está acontecendo de verdade aqui é a criação de uma CPI, não só contra o MST, mas contra a reforma agrária no Brasil. Está se criando uma CPI aqui a favor do agronegócio, da monocultura e para criminalizar um movimento social no nosso País. A luta vai ser também criminalizada, assim como a reivindicação. É a lógica que existe neste momento, ou seja, criminalizar os movimentos sociais.

 

Tínhamos que investigar por que um setor que se volta só para a monocultura, para a exportação, para a reprimarização do País. Quero investigar as isenções milionárias, os incentivos à exportação, o adiamento e o cancelamento de dívidas do Banco do Brasil para uma setor que já é ultraprivilegiado no nosso País.

 

Por isso, Sr. Presidente, entendemos que atrás disso tem uma campanha midiática.

 

Inclusive a CNA produziu ou encomendou uma pesquisa ao Ibope que é uma vergonha em matéria de demonstração de produtividade inclusive do setor agrícola.

 

E eu queria dizer neste momento, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, que não precisa ser lutador, aliado ou admirador do MST para dizer que ele tem razão. Tenho aqui em mãos o artigo do ex-Ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, que eu vou colocar nos Anais desta Casa, insuspeito, alguém do PSDB para dizer o seguinte, que o MST talvez seja o movimento mais conhecido de defesa dos pobres deste País.

 

Em segundo lugar, as terras que foram apresentadas na televisão da Cutrale são reivindicadas pelo Incra como terras griladas. E isso a imprensa não fala, que uma grande exportadora de laranjas ocupa terra grilada no nosso País. Isso é crime. Isso precisa sim ser criminalizado. Em terceiro lugar, que aquela demonstração, se há críticas há fazer, era um combate à monocultura, quer-se-ia mostrar que se pode plantar outras coisas também nesse processo.

 

Sr. Presidente, a verdade é que rigorosamente a pequena propriedade no nosso País, a agricultura familiar, como diz o próprio artigo do Bresser Pereira, é responsável por três quartos da mão-de-obra utilizada no campo, ocupando apenas um quarto das áreas cultiváveis. Essa é que é a relação.

 

Por isso, Sr. Presidente, entendemos que essa movimentação que se faz para recriarmos a CPI é, na verdade, a lógica da criminalização do movimento social e da luta. Peço aos Deputados e Senadores que assinaram isso, que assinem, sim, uma CPI para assinar os privilégios deste País, os ganhos milionários com juros e amortização da dívida pública. Está lá a CPI boicotada pela maioria dos Partidos.

 

Essa, sim, destina 282 bilhões de reais do ano passado para juros e amortizações. Isso ninguém quer investigar. Agora, uma entidade que usou 5 ou 10 milhões precisa ser investigada. Não é nada disso. Temos de investigar o que faz e a lógica do agronegócio, que, aliás, é a mesma lógica que se está analisando na Comissão Especial que analisa o Código Florestal em nosso País.

 

O que se quer ali é revogar toda a legislação ambiental, que vai do sistema de unidade de conservação, o código florestal, a lei de crimes ambientais, o sistema nacional de meio ambiente, tudo por pressão do agronegócio dominado por ruralistas, que chegam aqui eleitos. Cento e vinte, 130 Parlamentares formam uma bancada específica, tencionam o Congresso e o Governo. Aqui queremos dizer claramente: somos radicalmente contrários a este tipo de CPI, porque o que ela visa é criminalizar o movimento social e a defesa da propriedade, e não da vida.

 

O que se defende aqui é que a propriedade está acima da vida. É o nosso repúdio, Sr. Presidente.

 

Câmara dos Deputados, 21 de outubro de 2009."

El Progresismo Radical Puede Llegar al Gobierno Político, Pero No Al Poder Real

Los movimientos de izquierda pueden llegar al gobierno, sin embargo, no consiguen el poder

 

 



El problema se planteó en Ecuador con la elección de Rafael Correa en 2006, en Venezuela con la de Hugo Chávez en 1998, en Bolivia con la de Evo Morales en 2005... Al igual que con la elección de Salvador Allende en 1970 en Chile. La cuestión se plantea para cualquier movimiento de izquierda que llegue al poder en una sociedad capitalista. Cuando una coalición electoral o un partido de izquierda llegan al gobierno no tiene el poder, porque el poder económico está en manos de la clase capitalista (grupos financieros, industriales, bancarios, grandes medios privados, el gran comercio, etc.). Esta clase capitalista tiene el poder económico. Además, controla el Estado, el poder judicial, los ministerios de Economía y Finanzas, el Banco Central... En Ecuador, como en Bolivia o Venezuela, si el gobierno quiere realmente cambiar estructuras, debe, inexorablemente, entrar en conflicto con el poder económico para poder poner fin al control de la clase capitalista sobre los medios de producción, de servicios, de comunicación y sobre el Estado. En estos países, el gobierno está en conflicto con la clase capitalista pero los cambios estructurales en el ámbito económico todavía no se han realizado. Venezuela, que es el país donde los cambios están más avanzados, sigue siendo claramente un país capitalista.

Ensayemos una comparación histórica. En 1789, cuando gracias a la revolución francesa la burguesía tomó el poder político en Francia, ésta clase ya poseía el poder económico. Antes de conquistar el poder político en 1789, los capitalistas franceses eran acreedores del rey de Francia y propietarios de los principales mecanismos del poder económico, o sea, la banca, el comercio, las manufacturas y una parte de las tierras. Después de la conquista del poder político, la burguesía dominó totalmente el Estado y expulsó a los representantes de las antiguas clases dominantes (nobleza y clero), o las sometió totalmente. El Estado se convirtió en un mecanismo bien aceitado al servicio de la acumulación de capital.

 

A diferencia de la clase capitalista, el pueblo no tiene la capacidad de tomar el poder económico si antes no accede al gobierno. La repetición para el pueblo de la ascensión progresiva hacia el poder que realizaron los burgueses en el marco de la sociedad feudal o de la sociedad de pequeña producción de mercaderías es imposible. El pueblo no acumula riquezas materiales a gran escala, no dirige empresas industriales, ni bancos, ni el gran comercio ni otros servicios. Es a partir del poder político que el pueblo puede emprender las transformaciones en el nivel de la estructura económica y comenzar la construcción de un nuevo tipo de Estado basado en la autogestión.

 

Y es por ello por lo que es fundamental instaurar una relación interactiva entre un gobierno de izquierda y el pueblo. Éste debe reforzar su nivel de autoorganización y construir desde la base estructuras de poder popular. Esta relación interactiva, dialéctica, puede llegar a ser conflictiva si el gobierno duda en la toma de las medidas que reclama la «base». La presión del pueblo es vital para convencer a un gobierno de izquierda de que profundice el proceso de cambios estructurales que implican una redistribución radical de la riqueza en favor de las y los que la producen. Para ello, se debe acabar con la propiedad capitalista de los grandes medios de producción, de servicios, de comercio y de comunicación transfiriéndolos hacia el sector público y desarrollando o reforzando otras formas de propiedad con función social: la pequeña propiedad privada (especialmente en la agricultura, la pequeña industria, el comercio y los servicios), la propiedad cooperativa, la propiedad colectiva y las formas de propiedad tradicional de los pueblos originarios (que, en general, tienen un alto grado de propiedad colectiva).

 

Traducido por Griselda Pinero y Raúl Quiroz

Rebelión ha publicado este artículo a petición expresa del autor, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.

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